Festa em honra de Nª Sª do Amparo 2009
Domingo, 23 de Agosto de 2009, pelas 9 horas.
No Largo da Santa Cruz a Banda de Música do Felgar recebe e saúda a Banda de Música de Mirandela.
28 agosto 2009
Tempo de Festa #4
Festa em honra de Nª Sª do Amparo 2009.
Domingo 23 de Agosto.
Um pouco antes do meio-dia a imagem de NSA é levada do Santuário para a Igreja Matriz onde será celebrada a Missa e de onde sairá, à tarde, a Procissão.
Domingo 23 de Agosto.
Um pouco antes do meio-dia a imagem de NSA é levada do Santuário para a Igreja Matriz onde será celebrada a Missa e de onde sairá, à tarde, a Procissão.
12 julho 2009
18 abril 2009
Tempo de plantar #3
01 março 2009
Tempo de Amendoeiras em flor
01 fevereiro 2009
Tempo de Música
20 dezembro 2008
09 setembro 2008
26 agosto 2008
Tempo de Festa
Festas em honra de Nª Sª do Amparo.
Domingo, 24 de Agosto.
Manda a tradição que a Banda de Música do Felgar e a Banda convidada percorram as ruas da freguesia. No Largo da Santa Cruz encontram-se e trocam cumprimentos.
Aqui, a Banda de Música Felgarense toca uma marcha em frente à Associação Filarmónica Verridense.
Um momento bonito com seguidores fieis e assíduos.
Domingo, 24 de Agosto.
Manda a tradição que a Banda de Música do Felgar e a Banda convidada percorram as ruas da freguesia. No Largo da Santa Cruz encontram-se e trocam cumprimentos.
Aqui, a Banda de Música Felgarense toca uma marcha em frente à Associação Filarmónica Verridense.
Um momento bonito com seguidores fieis e assíduos.
10 junho 2008
10 de Junho

Já chegou o dez de Junho, o dia da minha raça
Tocam cornetas na rua, brilham medalhas na praça
Rolam já as merendas, na toalha da parada
Para depois das comendas, e Ordens de Torre e Espada
Na tribuna do galarim, entre veludo e cetim
Toca a banda da marinha, e o povo canta a valsinha
REFRÃO
Encosta o teu peito ao meu, sente a comoção e chora
Ergue o olhar para o céu, que a gente não se vai embora
Quem és tu donde vens, conta-nos lá os teus feitos
Que eu nunca vi pátria assim, pequena e com tantos peitos
Já chegou o dez de Junho, há cerimónia na praça
Há colchas nos varandins, é a Guarda d'Honra que passa
Desfilam entre grinaldas, velhos herois d'alfinete
Trazem debaixo das fraldas, mais Indias de gabinete
Na tribuna do galarim, entre veludo e cetim
Toca a banda da marinha, e o povo canta a valsinha
Letra: Rui Veloso e Carlos Tê
Música: Rui Veloso
06 junho 2008
Tempo de conviver
Sarau Romântico na Escola Dr. Ramiro Salgado.
Os alunos do 11º organizaram, com a coordenação da Profª Delfina.
Depois de um belo repasto, levaram à cena o Frei Luís de Sousa.
Foi declamada poesia. Os alunos estavam vestidos à época. Um espanto, uma beleza!
Alguns elementos da Banda de Música do Felgar estiveram presentes, tocaram, encantaram e contribuiram para se recriar um ambiente romântico, belo, com classe!
Uma bela noite de convívio e cultura!
Um longo aplauso a todos os que de algum modo permitiram este encontro entre alunos, pais, funcionários e professores.
A escola é mais do que aulas e matérias curriculares!
Músicos:
Clarinetes: Andreia Pereira, Filipa Pereira e Maria Gomes
Flauta transversal: Élia Felício
Trompetes: Bruno Almeida e João Pedro Araújo
Bombardino: José Rachado e Tony Gomes
Tuba: Luís Custódio
Trombone: Pedro Martins
Caixa: Rui Trigo
Os alunos do 11º organizaram, com a coordenação da Profª Delfina.
Depois de um belo repasto, levaram à cena o Frei Luís de Sousa.
Foi declamada poesia. Os alunos estavam vestidos à época. Um espanto, uma beleza!
Alguns elementos da Banda de Música do Felgar estiveram presentes, tocaram, encantaram e contribuiram para se recriar um ambiente romântico, belo, com classe!
Uma bela noite de convívio e cultura!
Um longo aplauso a todos os que de algum modo permitiram este encontro entre alunos, pais, funcionários e professores.
A escola é mais do que aulas e matérias curriculares!
Músicos:
Clarinetes: Andreia Pereira, Filipa Pereira e Maria Gomes
Flauta transversal: Élia Felício
Trompetes: Bruno Almeida e João Pedro Araújo
Bombardino: José Rachado e Tony Gomes
Tuba: Luís Custódio
Trombone: Pedro Martins
Caixa: Rui Trigo
27 maio 2008
Tempo de Recordar
Corria o ano de 1939.
Um grande cruzeiro em granito foi colocado no alto da Cabeço da Mua. Local visível a longa distância mas de acesso dificílimo! Um tremendo esforço, muita vontade, muita determinação permitiram levar a bom termo tal empreendimento. Na época não foram usadas máquinas.
Quis o destino que no ano seguinte um violento ciclone derrubasse o cruzeiro.
Assim permaneceu até ao dia 12 de Março de 2005 em que foi de novo reerguido.Mais do que um sinal de religiosidade, esta reconstrução traduziu a vontade, o querer e a determinação renovadas de uma comunidade.
Um grande cruzeiro em granito foi colocado no alto da Cabeço da Mua. Local visível a longa distância mas de acesso dificílimo! Um tremendo esforço, muita vontade, muita determinação permitiram levar a bom termo tal empreendimento. Na época não foram usadas máquinas.
Quis o destino que no ano seguinte um violento ciclone derrubasse o cruzeiro.
Assim permaneceu até ao dia 12 de Março de 2005 em que foi de novo reerguido.Mais do que um sinal de religiosidade, esta reconstrução traduziu a vontade, o querer e a determinação renovadas de uma comunidade.
24 abril 2008
26 agosto 2007
03 agosto 2007
Tempo de Festejar

Aproxima-se a Festa do Felgar.
Festa em honra de Nª Sª do Amparo.
Como tantas festas de Agosto comporta a componente religiosoa e a componente profana.
Cada um valorizará a que bem entender.
Mas uma coisa é certa: é um momento de reencontro de muitos felgarenses.
Boa viagem, boa festa, bom convívio!
Até breve.
O seu a seu dono: Autores do cartaz - Paulo Carvalho e Manuel Ferreira http://imediatico.marketing.pt/
22 julho 2007
Tempo de colher II
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É tempo de arrancar as batatas. As tardias, que "as de cedo" já o foram...
Amigos e vizinhos ajudam-se nas tarefas. É a única forma de continuar a produzir em micro-escala, contrariando as tendências ditadas pelos tempos que correm.
A maior parte das pessoas que ainda tratam as hortas já ultrapassaram as sessenta e muitas primaveras. No entanto, o sentimento que lhes ficou gravado na alma desde a dura infância em que foram moldados persiste: colher, armazenar, garantir um inverno farto e contrariar o ditado antigo: "Do cerejo ao castanho bem me amanho. Do castanho ao cerejo mal me vejo..."
Acaba por ser um dia bem passado: começar bem cedo, ainda as seis da manhã não bateram na torre e já se trabalha para fugir ao calor que este ano nos tem poupado. Às nove, serviço concluído, já se come o presunto e o queijo. Depois, no Cimo do Lugar trocam-se opiniões sobre as melhores produções. Este ano o António Salgado (Paco) pôs o ramo, dizem os entendidos na matéria.
01 julho 2007
26 maio 2007
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