30 maio 2011
20 maio 2011
01 maio 2011
03 abril 2011
27 março 2011
01 março 2011
28 fevereiro 2011
27 fevereiro 2011
14 janeiro 2011
Tempo de antecipação
02 janeiro 2011
29 dezembro 2010
Tempo de Fogueira do Galo #2
Manda a tradição que na véspera de Natal se acenda uma gigantesca fogueira num dos largos da aldeia.
Para aquecer o Deus Menino, dizem uns.
Rituais pagãos, ancestrais, ligados ao solestício de Inverno e ao fogo, dirão outros.
Seja como for, cumpriu-se a tradição.
E em grande
27 dezembro 2010
24 dezembro 2010
Tempo de Natal
16 dezembro 2010
02 dezembro 2010
Tempo de Azenha
A Azenha no Rio Sabor
1 de Dezembro de 2010
(Para ver melhor, clique na imagem, prima F11 e espere uns instantes. Depois, desfrute )
30 novembro 2010
Tempo de contas por alto...
Felgar, ano lectivo de 1931/32
ver a foto dos rapazes aqui
Ao contrário da época que aqui se retrata, actualmente a escolaridade é obrigatória até ao 9º ano.
O número de crianças inscritas no 1º Ciclo do Ensino Básico (antigo Ensino Primário) em todo o Concelho de Torre de Moncorvo é de 191, assim distrubuídas:
1º ano: 47
2º ano: 50
3º ano: 48
4º ano: 46
Número de escolas: 3.
- Torre de Moncorvo com 8 turmas, 154 alunos.
- Felgar com 2 turmas, 19 alunos.
- Carvalhal com 2 turmas, 18 alunos.
Agora olhem para a fotografia das meninas e para a fotografia dos rapazes. É fazer as contas...
Dados de 30 de Novembro de 2010
28 novembro 2010
23 outubro 2010
21 outubro 2010
Tempo de direito à indignação.
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou-bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar/Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir/Encontrar
Mais força para lutar…
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar/A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar…
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
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